quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

As vezes pensamos que precisamos de algo, talvez por querer demais aquilo ou só pra preencher um vazio que nem mesmo gostamos admitir existir. Mas quando se é um sabotador é necessário lembrar que este objeto de desejo sobre o qual vamos nos ludibriar com a falsa ideia de que precisamos e não podemos viver sem, não pode nunca ser uma pessoa. Um sabotador de forma subconsciente consegue transformar qualquer coisa estável e boa em paranoia e destruição. Destruir coisas ok, mas destruir relações com pessoas, causa mais danos que bombas. O sabotador sofre porque de certa forma acha que fez tudo certo, a "vitima" sofre porque não entende o que aconteceu e o que levou a tal ponto. E assim quando se da conta o sabotador descobre que não restou nada, as relações destruídas de forma irreversível, os objetivos alcançados perdidos e as coisas materiais desaparecidas. De toda forma é péssimo ser um sabotador, mas ele não escolhe ser assim, e quando descobre e aceita esse estado, ele simplesmente volta pra caixa. A caixa da frieza e distância. Eu sou uma sabotadora e aprendi que não sei lidar com relações interpessoais, causei estragos no caminho para perceber isso. Não queria de forma alguma perder quem perdi... Mas são as perdas que nos tornam melhores, são as perdas que nos ensinam através da dor que sabotar é ruim. Mas volto a dizer não é uma opção, talvez um distúrbio por medo de falhar ou medo de perder. Em algum lugar existe aquela voz, "se é pra acontecer porque esperar, destrua, acabe, quebre agora". Eu odeio a voz, mas o único jeito de me livra dela, e não dando margem pra ela existir. Portanto essa foi a última vez que arruinei algo, vou lidar com o que sobrou, seguir em frente com o que aprendi e não me relacionar de forma próxima novamente. Não se perde aquilo que não se tem...

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Decisões!

Sobre o dia de hoje. Na verdade se iniciou no sábado, dia em que fui dormir decidida, aquele silencio que geralmente me matava tinha algo mais naquele dia. Quem cala consente diz o velho ditado. Mas é claro que mudei de ideia logo ao acordar, por saber que na verdade, não era silêncio, só atraso, sei lá. Mas ainda assim, permaneceu aquele receio e se manteve a decisão. De que eu pularia fora, tipo de vez, não se pode conduzir veleiro sem vela, avião sem motor. Mas hoje eu "decidi" agir por impulso, e ignorei é claro, já havia concluído que isso não era bom e não funcionava. Mas nesse momento já tinham se quebrado minhas defesas, e é claro que peguei o celular e dei o primeiro chute, meu coração foi ao chão, me lembrando de como sou tola e gosto do vazio. Mas para minha supresa veio resposta. O que me leva a questão da decisão de hoje. Eu tinha de verdade decidido desistir, deixar pra lá. Mas a resposta me motivou e lá fui eu agir por impulso de novo, com a voz na minha cabeça dizendo, "hey, acho que gosta só som do eco da falta de resposta e mais ainda das portas que não se abrem e você bate de cara com elas" Mas é claro que ignorei os sentidos e a razão. E valew a pena, eu entendi, uma semana é realmente muito tempo. E muita coisa acontece, e é bom entender algumas as vezes. Eu sempre fui péssima em desistir. Apesar se ser muito boa em me cansar. Como disse uma vez, people like me are gone forever when you say goodbye.. Eu disse mas só copiei da swiftie. Então mesmo que achar que está tomando a decisão errada, porque sua cabeça diz isso, porque os outros dizem isso, na verdade, só o tempo dirá. É mais possível se arrepender por não ter feito o que podia do que o contrário... Se um dia acabar, eu sei que fiz tudo ao meu alcance. Nós somos seres solitários, mas amigos são algo importante.. Então, agradeço pelo impulso, agradeço por ter tido coragem, a mesma que quase me abandonou... Decisões são difíceis e não é algo no qual ei seja boa.. Mas eu tento...

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Em pensar que faz quase um ano desde a última postagem. É engraçado como esse sempre é meu último recurso pra não surta, deveria ter usado um pouco antes. É complicada essa coisa de sentir, por isso sempre escondi, guardei, me fechei no meu mundinho e de certa forma funcionava, apesar de ser sempre muito transparente e demonstrar por minhas expressões o que estou pensando ou sentido, ninguém ouvia de mim. De repente se deparar com alguém que sem querer consegue quebra todas essa barreiras, derrubar os muros e destruir um sistema de auto-proteção cuidadosamente criado ao longo dos anos, acredito eu, possa deixar qualquer um confuso. Cada um lida de uma forma, eu fiquei confusa, convenhamos que eu sempre fui confusa, mas dessa vez, foi como estar passando pela maior das crises da adolescência. Sim eu pulei essa parte da vida, não aproveitei ou aprontei como deveria, tinha ocupações demais e estava sempre preocupada, o tempo que sobrava pra viver eu gastava odiando o colégio (por isso me recusa a aparecer naquele lugar todos os dias), e as pessoas e a vida. Eu e a vida sempre estivemos em constate desacordo, quando eu resolvo encara-lá como se ela merece minha atenção e possibilidade de conserto, ela até funciona, mas na mesma equação consegue colocar algo para destruir tudo e me levar a querer deixa-lá pra lá... Se eu fosse contar quantas vezes eu desisti da vida, sem coragem para desistir literalmente, isso explicaria metade das minhas frustrações, no minimo. Por mais que odeie admitir, eu sou afetada por pessoas, eu odeio elas é um fato, mas sempre tem uma que consegue fazer com o efeito esponja volte. (Efeito esponja = característica inventada por mim, para denominar o fato de eu absorver o que tem ao meu redor, geralmente relacionado a pessoas, se elas estão ok comigo, eu de certa forma fico ok, caso o contrario ) Enfim, o efeito esponja entrar em ação, me fez desistir do colégio, não que eu tenha largado, mas não aproveitei com deveria. Ainda assim me formei com notas ok, mas tinha capacidade pra ter notas extraordinárias. Comecei a mandar mal em redação, porque decidi que odiava escrever, o que não é mentira, mas escrever me expõe demais e não gosto disso. Mas uma vez me auto sabotando porque provavelmente, alguém disse que eu não era boa o suficiente pra escrever ou pra estar na vida dela. Era pra estar formada, mas não vou me auto sabotar de novo. Das últimas vezes que passei aqui, uma delas estava frustrada com a vida no geral, e essa frustração se devia ao fato de que eu não realizei metade dos meus planos, não fiz o que eu queria e sim por minha culpa. Sempre me pergunto se é por medo de falhar, descobrir que não era o que eu queria ou sei lá. A outra vez estava chateada por alguém, acontece as vezes, não sou uma rocha, não sou indiferente ao mundo. Mas nunca acaba bem essa coisa de eu "gostar" de alguém, como em todos os outros posts, eu volto a dizer, eu estrago as coisas, por não dizer nada, por dizer tudo. Por viver no meu mundinho, eu esqueço que pra lidar com pessoas, não basta eu querer algo de uma forma ou de outra, porque as pessoas tem vontades, mas ao mesmo tempo que esqueço que quando não se trata de pessoas, é só eu querer, desejar e trabalhar por algo que eu consigo. Eu queria ter um emprego, eu tenho. Queria entrar na fatec, lá estou. Antes disso, queria o Guaracy, foi meu de novo. Sinto falta da determinação, do foco, de ter objetivos. Eu aprendi muito com os fatos recentes, sobre a vida, sobre mim, sou tão inconstante quanto aquele elétron que nunca sabe em que camada ficar, sim eu posso chorar, sim eu posso me importar. Mas digo aqui que prefiro e que decido que não. Não eu não voltarei a chorar, não voltarei a me importar. As pessoas dizem que eu valho a pena, que faço uma grande diferença na vida delas, ok. Que me mostrem, que me procurem, vou voltar a mim. Eu lido melhor comigo mesma, sendo eu e somente eu. E de fato deveria colocas as musicas que não saem da minha cabeça nesse momento, o que de fato era o propósito desse blog. But sometimes, we need to change and let go.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Estraguei tudo, de novo, está virando um dom já, eu me canso de algo.. e puf estraguei tudoo... a parte engraçada é que dessa vez eu realmenfe estava tengando fazer tudo certo, manter tudo sob controle, como as coisas podem desmoronar tão rápido, qud faivaaaa... Acho que estou no mesmo ponto de sempre, frustrada, cansada... queria bater em algo até ão conseguir mais..but whatever.. esse finalmente está acabandoo.. i think more later...

sexta-feira, 15 de março de 2013

Here we go again!

É estranho pensar que as coisas escritas aqui, foram escritas há quase 3 anos atrás..

E como nada mudou, bom, talvez esteja exagerando, mudou a maneira com lido com elas, mas os problemas são exatamente os mesmo.

Parece que eu parei em um ponto e não consigo prosseguir, algo como, "calculo" se você consegue derivar, não vai conseguir integrar e as outras coisas.

O maior problema, pensar, pensar e pensar.

Por fim, depois de tanto pensar acabar cometendo os mesmos erros, deixando-se atrapalhar pelas mesmas coisas..

Não é como se esse fosse texto claro, e não é pra ser, eu nunca sou, porém essa vontade de escrever, que existia quando era criança, tende a voltar as vezes, quando todo o resto já foi testado.

Se fosse autora, e conseguisse manter o foco para levar um projeto adiante, escreveria um livro em forma de cartas, como em "As vantagens de ser invisível"

Algum tempo meu maior surto era e o vestibular, and guess what? Eu sempre soube, ele não era a resposta, é bom estar na faculdade, mas demorou tempo demais, e talvez agora eu queira coisas diferentes, mas não tenho ideia do que seja...

Ou talvez eu tenha e não seja corajosa o suficiente, to give me the chance, and figure out..

Talvez todos se sintam perdidos, mas o ponto, quem aceita? quem fala sobre?

Ok, alguns falam, é assim que os terapeutas ficam ricos.

Mas acho que a parte mais difícil é descobrir o que está faltando, then go there, take, and finaly be ok.

Não ok, like forever.. seria entediante, mas pelo menos por um tempo.

O que eu percebo agora, depois dessas divagações, é que eu sei quais as perguntas precisam de respostas, eu sei que quais atitudes tomar.

Se os problemas são antigos, talvez as novas soluções lidem com eles.

Mas de alguma forma eles tem que ficar pra trás, todos eles, e ai finalmente, as coisas estarão, onde já deveriam estar.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Fato!!!

Quem é que nunca teve um Marcelo, um Felipe, um Ricardo, um Júlio ou um Alexandre na vida? Tudo bem, pode ser uma Juliana, uma Ana, uma Patrícia ou uma Aline… Paquerar é bom, mas chega uma hora que cansa! Cansa na hora que você percebe que ter 10 pessoas ao mesmo tempo é o mesmo que não ter nenhuma, e ter apenas uma, é o mesmo que possuir 10 ao mesmo tempo!
A “fila” anda, a coleção de “figurinhas” cresce, a conta de telefone é sempre altíssima. Mas e aí? O que isso te acrescenta? Nessas horas sempre surge aquela tradicional perguntinha: Por que aquela pessoa pela qual você trocaria qualquer programa por um simples filme com pipoca abraçadinho no sofá da sala não despenca logo na sua vida???
Se o tal “amor” é impontual e imprevisível que se dane! Não adianta: As pessoas são impacientes! São e sempre vão ser! Tem gente que diz que não é… “Eu não sou ansioso, as coisas acontecem quando tem que acontecer.” Mentira! Por dentro todo ser humano é igual: Impaciente, sonhador,iludido… Jura de pé junto que não, mas vive sempre em busca da famosa cara metade! Pode dar o nome que quiser:
Amor, alma gêmea, par perfeito, a outra metade da laranja… No fim dá tudo no mesmo. Pode soar brega, cafona… Mas é a realidade. Inclusive o assunto “amor” é sempre cafonérrimo. Acredito que o status de cafona surgiu porque a grande maioria das pessoas nunca teve a oportunidade de viver um grande amor.
Poucas pessoas experimentaram nesta vida a sensação de sonhar acordada, de dormir do lado do telefone, de ter os olhos brilhando, de desfilar com aquele sorriso de borboleta azul estampado no rosto…
Não lembro se foi o “Wando” ou se foi o “Reginaldo Rossi” que disse em uma entrevista que se a Marisa Monte não tivesse optado pelo “Amor I Love You” e que se o Caetano não tivesse dito “Tô me sentindo muito sozinho..” eles não venderiam mais nenhum disco.
Não adianta, o público gosta e vibra com o “brega”. Não adianta tapar o sol com a peneira. Por mais que você não admita: Você ficou triste porque o Leonardo di Caprio morreu em Titanic e ficou feliz porque a Julia Roberts e o Richard Gere acabaram juntos em “Uma Linda Mulher.” Existe pelo menos uma música sertaneja ou um pagodinho que te deixe com dor de cotovelo.
Quando você está solteiro e vê um casal aos beijos e abraços no meio da rua você sente a maior inveja. Você já se pegou escrevendo o seu nome e o da pessoa pelo qual você esta apaixonada no espelho embaçado do banheiro, ou num pedacinho de papel. Você já se viu cantando o mantra “Toca telefone toca” em alguma das sextas-feiras de sua vida, ou qualquer outro dia que seja.
Você já enfiou os pés pelas mãos alguma vez na vida e se atirou de cabeça numa “relação” sem nem perceber que você mal conhecia a outra pessoa e que com este seu jeito de agir ela te acharia um tremendo louco. Você, assim como nos contos de fada, sonha em escutar um dia o tal “E foram felizes para sempre.”
Bem, preciso continuar? Ok, acho que não… Negue o quanto quiser, mas sei que já passou por isso, e se não passou, não sabe o quanto esta perdendo…. “O problema de resistir a uma tentação é que você pode não ter uma segunda chance”. “Falo a língua dos loucos, porque não conheço a mórbida coerência dos lúcidos.”

Luís Fernando Veríssimo

segunda-feira, 31 de maio de 2010

??????

Sabe aqueles dias em que você não está mal... porém não está 100% bem...

O problema é que você checa mil vezes e não encontra nada =(

E quer explodir, mas por que? com o que?

Ai você decide vasculhar mais uma vez.. e pam... você encontra...

Vestibular...

A palavra chave.. mesmo que você não admita.. o medo está presente...

E o pior você sabe que não está fazendo o suficiente..

Pra estar lá confiante...

E você tenta mudar.. melhorar hábitos.. e ai só encontra o naufrágio...

É o vazio que se prende a você, por mais que você esteja rodeado por todas as pessoas importantes.. e que te bastam...

E se resolver o problema com o vestibular não for suficiente.. É hora de admitir que algo que você decidiu deixar para trás por ser o certo.. por ser o melhor... pra acabar com as crises... é o que mais te faz falta .

#xoxo